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Changelog · Publicação contínua

Novidades da plataforma.

Cada entrada aqui é uma melhoria que entrou em produção. Funcionalidades novas, reforços de robustez, ajustes pedidos por proprietários. Ordenado da mais recente para a mais antiga.

17 Outubro 2026 Telefonia · Atendimento 📞

O telefone da lavandaria passa a saber quem está a ligar — e a lembrar-se de tudo

Esta nasceu de uma conversa com um proprietário. O telefone da lavandaria dele estava desviado para o telemóvel de quem atende — e o problema era sempre o mesmo: quando o telemóvel tocava, ninguém sabia se era um cliente da loja ou uma chamada pessoal, nem se aquela pessoa já tinha ligado três vezes pelo mesmo motivo. Fizemos o que faltava.

Como funciona. O número da lavandaria fica num pequeno telemóvel Android dedicado, ligado à corrente na loja ou no escritório. Antes de a chamada tocar, ele pergunta ao SCApp quem é. Se o número estiver bloqueado, ou se vier oculto, quem ligou ouve «ocupado» e ninguém é incomodado. Se não, a chamada segue, como hoje, para o telemóvel de quem atende — mas uns segundos antes chega um aviso.

O que o aviso diz:

  • Quem é: o nome do cliente, se tiver ficha numa das suas lojas, ou o nome que a equipa lhe deu da última vez.
  • De onde é: a loja que costuma usar e quantas vezes já ligou.
  • O que está pendente: as reclamações em aberto — e, a vermelho, quando o mesmo motivo se repete. Quem atende já sabe, antes de dizer «está», que é a terceira vez que o cliente liga por causa do troco.

No Android, o aviso aparece também como uma faixa por cima do ecrã da chamada. No iPhone chega como notificação, através de uma app web que se instala no ecrã principal sem passar pela App Store. E, em ambos, chega ao relógio de quem atende.

Reclamações com seguimento. Quando a chamada acaba, o telemóvel pergunta discretamente se há algo a registar. Em dois toques fica anotado o motivo — troco, pagamento, não fez espuma, não centrifugou, máquina não arrancou, secador não aqueceu, app ou cartão —, a loja, o número da máquina e uma observação. Cada reclamação fica aberta até alguém a dar por resolvida, com nota de como se resolveu. No painel vê-se tudo por loja e por motivo: se uma máquina falha a centrifugação, isso salta à vista.

SMS também. Os SMS enviados para o número da lavandaria chegam a quem atende, com o mesmo aviso. A publicidade é filtrada sozinha — remetentes com nome, números curtos, números bloqueados — e qualquer outro remetente pode ser marcado como publicidade com um toque. A resposta escreve-se no telemóvel de quem atende, mas sai do número da empresa, nunca do número pessoal, e vê-se quando foi enviada e quando foi entregue.

Tudo num sítio. Cada número tem a sua ficha: chamadas, SMS, reclamações, o nome dado pela equipa e, quando é cliente, os dados da ficha no SCApp. Podem atender várias pessoas, uma linha pode servir várias lojas, e se o telemóvel dedicado ficar sem internet continua a bloquear e regista tudo para enviar depois.

Privacidade. Cada lavandaria só vê as suas chamadas, as suas mensagens e os seus clientes. Um número só é identificado se pertencer a alguém com histórico nas lojas dessa lavandaria.

5 Outubro 2026 Back office · Aspeto ☾

Modo escuro no back office — porque as contas não se fazem só de dia

O back office nasceu branco, e assim ficou durante anos. Só que boa parte do trabalho que se faz nele — conferir o fecho da semana, perceber uma transação que não bate certo, responder a um cliente — acontece depois da loja fechar, muitas vezes já de madrugada e com a luz apagada. Um ecrã branco nessas condições cansa os olhos ao fim de poucos minutos.

Passou a haver modo escuro, ligado por um botão na página principal, ao lado do nome. O botão alterna: lua para escurecer, sol para voltar ao claro.

É opcional e por pessoa. A escolha fica guardada no próprio navegador de quem a fez, e não se propaga a mais ninguém — num mesmo computador, cada pessoa que entre com a sua conta vê o tema que escolheu. Quem nunca tocar no botão continua a ver o back office exactamente como sempre o viu.

Uma nota para quem tem o olho treinado: as cores de estado não foram invertidas. Uma máquina ocupada continua a vermelho e uma máquina paga continua a laranja, exactamente com o mesmo significado. Só a luminosidade foi ajustada para assentar no fundo escuro — a leitura é a mesma que sempre foi.

4 Outubro 2026 Caixa · Fatura ↩

Um botão para dizer «não quero fatura» — porque a seta de voltar não o dizia

Verificámos que alguns utilizadores entravam no ecrã de emissão de fatura sem realmente querer — e que não tínhamos um botão explícito de saída. A única forma de sair era a seta do canto superior, que por baixo termina a sessão sem documento, mas que não o diz em sítio nenhum. Quem tocou em «Sim» por engano ficava a olhar para um formulário sem perceber que não era obrigado a preenchê-lo.

Passou a haver um botão «Não quero fatura», visível logo à entrada do ecrã. A seta mantém-se como estava — quem toca em voltar quer mesmo sair, e um pedido de confirmação só acrescentaria mais um toque.

Ao mesmo tempo, as desistências passaram a deixar rasto: quando alguém não pede fatura com contribuinte, fica registado por que caminho saiu — respondeu «Não» logo na pergunta, saiu pela seta, tocou no botão novo, ou tentou um contribuinte que o sistema recusou. Sem guardar dados de ninguém e sem um único pedido extra ao servidor: a informação viaja no próprio link de saída, que ia ser pedido de qualquer maneira.

Serve para distinguir o que antes era indistinguível. Um ecrã que as pessoas abrem por engano e um ecrã onde as pessoas ficam presas pedem correcções diferentes — e até agora não havia forma de saber qual dos dois estávamos a ver.

Nada disto mexe no serviço: a máquina arranca sempre, com fatura ou sem ela.

3 Outubro 2026 Caixa · Usabilidade 👉

Os botões das caixas passam a falar a mesma língua do seu telemóvel

Parece um pormenor, e é — mas é daqueles que se sentem nos dedos. Quem usa um telemóvel todos os dias aprendeu, sem dar por isso, uma regra: numa janela que faz uma pergunta, a resposta que confirma fica à direita e a que desiste fica à esquerda. É assim no Android, é assim no iPhone, e é por isso que, numa janela «Apagar esta foto?», o «Apagar» está sempre do mesmo lado.

Nas caixas havia janelas que seguiam a regra e outras que a contrariavam. Foi um proprietário que reparou, ao olhar para a janela de cancelar um pagamento com cartão: o cliente tocou em voltar porque quer cancelar, a pergunta é «Tem a certeza?», e o «Sim, cancelar» estava à esquerda. Tinha razão — e a partir daí revimos todas as janelas, uma a uma.

O que mudou:

  • Escolha da máquina (lavar e secar): + Máquina | Continuar. Quando a máquina já está escolhida, Excluir | Continuar. O Continuar, que é o caminho natural, fica sempre no mesmo sítio.
  • Cancelar um pagamento (cartão e dinheiro): Não, continuar | Sim, cancelar — e o «Sim, cancelar» passa a vermelho, para que ninguém interrompa um pagamento por engano.
  • Perguntas de sim ou não («Deseja continuar?», «Deseja fatura com contribuinte?»): Não | Sim.

Nas páginas de ajuda, que explicam cada botão com uma pequena seta, não bastava trocar os botões de lugar: os textos explicativos acompanharam a mudança, para que cada explicação continue a apontar para o botão certo — incluindo a que muda sozinha quando o «+ Máquina» dá lugar ao «Excluir».

As janelas que já estavam certas — o aviso de máquina ocupada e os passos da fatura (Anterior, Seguinte, Emitir) — ficaram como estavam. O resultado é uma regra só, igual em todos os ecrãs de todas as caixas. Que é o que faz um bom botão: não se dá por ele.

30 Setembro 2026 Faturação · Resiliência 🧾

Quando o sistema de faturação falha, a fatura deixa de se perder

A máquina arrancar nunca dependeu da fatura, e continua a não depender: se o sistema de faturação não responder, o serviço acontece na mesma e o cliente é servido. Isso nunca esteve em causa.

O que se perdia era o rasto. A transação ficava exatamente igual a todas as outras que ainda não têm documento, e não havia forma de distinguir «este cliente pediu fatura e ela não saiu» de «este cliente não pediu nada». Na prática, ninguém dava por ela.

Passa a haver essa diferença. A resposta do sistema de faturação é verificada; se não veio documento, a transação fica marcada com a hora e o motivo, e o contribuinte, o nome e o e-mail que o cliente escreveu ficam guardados — muitas vezes era o único sítio onde esses dados existiam, e sem eles o proprietário não tinha sequer a quem emitir.

À entrada do back office aparece o aviso com quantas emissões falharam. Um toque abre a lista: o serviço, o cliente, o valor e a razão pela qual não saiu. Emitidas, desaparecem sozinhas.

Vale para qualquer sistema de faturação ligado à SCApp — não foi feito para um em concreto. E vale a pena dizer porque foi feito agora: a 29 de Setembro o serviço de faturação de uma das lojas esteve indisponível durante algumas horas. Soubemo-lo porque um cliente veio reclamar a fatura dele, não porque o sistema nos tivesse avisado. É exatamente isso que isto corrige.

29 Setembro 2026 Caixa · Temas sazonais 🍂

Tema de Outono: uma alameda ao fim da tarde — e desta vez cai mesmo alguma coisa do céu

Quando fizemos o tema de Verão ficou uma regra: nada cai do céu. A primeira versão tinha bolas e chapéus a cair como se fosse neve, e não era verosímil — o movimento passou todo para o que o vento faz no chão. O Outono é a única estação em que essa regra tem de abrir uma exceção, e abre-a numa coisa só: folhas.

E caem como folhas, não como neve: descem devagar, baloiçam de um lado para o outro e rodam ao mesmo tempo, cada uma ao seu ritmo. São três feitios diferentes — bordo, folha simples e carvalho — em cinco tons, e nunca há muitas ao mesmo tempo. O resto do movimento continua rente ao chão: rajadas de folhas a correr pelo passeio, cada folha com o seu vaivém, e uma castanha que rola.

O cenário é uma alameda ao fim da tarde: sol baixo e pálido, árvores de copa cheia em tons de ocre, e no rodapé um passeio de terra com gravilha, um banco de jardim, castanhas, um cogumelo e um candeeiro aceso — que à hora a que este tema se passa faz todo o sentido estar ligado.

Há uma decisão de cor que vale a pena contar. O Outono clássico é vermelho e verde, e esse é precisamente o par que uma pessoa daltónica não distingue — e há uma na equipa. Todo o tema foi construído no eixo dourado → âmbar → castanho, com azul-acinzentado frio a fazer de contraste em vez do verde. Passámos as cores por uma simulação de daltonismo e ela apanhou dois problemas a tempo: o texto sobre o topo do céu tinha pouco contraste, e um dos adereços desaparecia contra o chão. Os dois foram corrigidos antes de o tema sair.

E, como em todos os temas da caixa, por baixo há a proteção contra o desgaste do ecrã: cada adereço deriva lentamente com períodos que nunca coincidem, a luz do fim de tarde respira ao longo de cinco minutos, e de oito em oito minutos os adereços trocam mesmo de sítio. Um ecrã que fica o dia inteiro na mesma imagem acaba por a guardar; este nunca fica.

26 Setembro 2026 Site · Encontrar loja 🗺️

Um mapa para encontrar a lavandaria mais próxima

Quem chega a uma cidade nova, ou muda de casa, faz sempre a mesma pergunta: onde é que há uma lavandaria aqui perto? Até agora a resposta dependia de já conhecer a loja.

Passa a haver um mapa público com as lojas aderentes, cada uma com morada, horário e o caminho para lá chegar. Dentro da aplicação há também uma lista discreta, para quem já é cliente e anda fora da sua zona — o saldo funciona em toda a rede, e faz sentido que se saiba onde.

Uma nota sobre uma escolha que ninguém vê mas que nos parece importante: o mapa é servido a partir do nosso servidor. Não há aqui um mapa de uma grande empresa a carregar num canto da página e, de caminho, a registar quem a abriu e de onde. Os dados de base são os do OpenStreetMap, e o desenho é feito por nós. Custou mais trabalho; é coerente com o resto — a mesma razão pela qual esta infraestrutura toda está na Europa.

22 Setembro 2026 Caixa de dinheiro · Fiabilidade 🛡️

Uma quebra de rede de três segundos deixa de poder custar uma nota de 20 €

Uma recarga em dinheiro envolvia três peças a falar entre si: o ecrã da caixa, o computador que fala com o moedeiro e o nosso servidor. Se o Wi-Fi da loja tossia no momento errado — e três segundos chegavam —, o ecrã desistia. O dinheiro já tinha entrado no cofre, mas o cliente não ficava creditado.

O servidor passou a ser a autoridade sobre o dinheiro, em vez do ecrã. A sessão de recarga fica registada no servidor antes de entrar a primeira moeda, com a indicação de a quem pertence. A partir daí, o valor que entra é creditado mesmo que o ecrã se desligue a meio — e há uma varredura periódica que apanha qualquer sessão que tenha ficado por fechar. O crédito só pode acontecer uma vez: mesmo que a ordem chegue por dois caminhos diferentes, o dinheiro não é contado em dobro.

Do lado da caixa, cada moeda e cada nota passou a ser confirmada. O computador da caixa envia o valor e espera que o servidor diga que o gravou; o que não for confirmado fica escrito num registo local que sobrevive a um corte de energia. Antes, se uma mensagem se perdia, perdia-se em silêncio e só se descobria a contar o cofre.

E há o caso da nota presa. O noteiro nunca larga uma nota por iniciativa própria: se ninguém lhe der a ordem, ela fica pendurada — já aconteceu ficar minutos, com o cliente a ir-se embora. Agora, se ao fim de dez segundos não houver decisão possível — porque a ligação caiu, porque a sessão morreu, porque o que for — a nota é devolvida. O princípio é simples: não se aceita dinheiro que não se consiga creditar nem transformar em serviço.

A caixa ganhou ainda um vigia da própria ligação, que tenta repor o Wi-Fi sozinho quando ele cai, e um registo próprio do que aconteceu, que resiste a desligar a corrente. Nada disto se vê do lado do cliente — e é mesmo esse o objetivo.

16 Setembro 2026 Back office · Relatórios 🔢

Cada máquina passa a ter, nos relatórios, o número que tem na parede

O sistema numera as máquinas de uma loja de forma corrida: 1, 2, 3… até à última, sejam de lavar ou de secar. Mas há lojas em que as máquinas estão marcadas de outra maneira — as de lavar de 1 a 4, as de secar a recomeçar no 1. Nesses casos o relatório dizia «Secar 8» e a máquina, na parede, tinha um 4 pintado.

Quem recebe uma queixa de um cliente tem de saber de que máquina se trata, e essa tradução mental — «o 8 é o quarto secador» — é precisamente o tipo de coisa que não devia estar do lado de quem usa o sistema.

O proprietário já podia definir, para cada máquina, o número que quer que o cliente veja. Esse número passa agora a aparecer também em todo o back office: nas transações, no dinheiro, no por faturar, nos detalhes, no dashboard e nos ficheiros que exporta para Excel. As lojas que seguem a numeração corrida não notam diferença nenhuma — continuam a ver exatamente o que viam.

11 Setembro 2026 Caixa · Terminal 💳

Caixa e terminal de cartão passam a viver no mesmo sítio

Uma caixa de pagamento e o terminal de cartão que está ao lado dela são, para quem lá trabalha, uma coisa só. Para o sistema eram duas: a caixa numa página, os terminais noutra, e a ligação entre as duas existia apenas na cabeça de quem as geria.

Agora o terminal aparece dentro do cartão da caixa a que pertence. No mesmo sítio onde vê se a caixa está acordada e em que página está, vê também o terminal que lhe está associado e o seu último contacto com a rede. Quando um cliente diz que o pagamento não passou, deixa de ser preciso cruzar duas páginas para perceber qual das duas peças falhou.

Vale a pena repetir uma coisa que já dissemos quando os terminais chegaram ao back office: o estado que se mostra é uma fotografia do último contacto, não uma leitura ao vivo do aparelho. Um terminal que foi desligado da corrente há dois minutos ainda aparece como estava — e é por isso que se mostra sempre a hora a que essa fotografia foi tirada.

7 Setembro 2026 Caixa · Gestão remota 📟

A caixa deixa de ser uma caixa fechada: estado e comandos à distância

Até aqui, saber como estava uma caixa implicava telefonar a alguém que estivesse na loja — ou ir lá. Se o ecrã tinha adormecido, se o tablet estava sem bateria, se alguém tinha deixado o quiosque numa página qualquer: nada disso se via de fora.

O cartão de cada caixa no back office passa a mostrar o estado real do equipamento. Percentagem de bateria, se está a carregar, a qualidade do sinal Wi-Fi, a memória livre, a versão instalada e — o que na prática mais ajuda — a página em que o ecrã está neste preciso momento. É a diferença entre suspeitar que a caixa está encravada e ver que está parada num ecrã de pagamento há vinte minutos.

E deixou de ser só leitura. O mesmo cartão aceita comandos: colocar a caixa em modo de manutenção (que mostra ao cliente um aviso em vez do quiosque), devolvê-la ao ecrã inicial quando ficou perdida a meio de alguma coisa, e acordar o ecrã. O que antes obrigava a uma deslocação resolve-se agora em dois toques no telemóvel.

Há uma regra de segurança por trás disto que vale a pena dizer: a loja sobre a qual o comando actua nunca vem do pedido — vem sempre da sessão de quem está a usar o back office. Assim, nem por engano nem de propósito, ninguém consegue mandar comandos para a caixa de outra pessoa.

23 Agosto 2026 Privacidade 🔒

Apagar os seus dados: como um pedido é tratado, do princípio ao fim

O artigo 17.º do RGPD dá-lhe o direito de pedir que apaguemos os seus dados pessoais, e não é preciso justificar porquê. Basta escrever para info@scapp.pt ou usar o formulário de contacto dentro da aplicação. O que muda agora é o caminho que esse pedido percorre — passou a ser sempre o mesmo, e a estar escrito.

Primeiro confirmamos que foi mesmo você. Recebido o pedido, enviamos um email para o endereço registado na conta a dizer que o aceitámos e a partir de que data avançamos. É uma precaução simples e faz toda a diferença: um pedido de apagamento pode chegar de alguém que teve acesso ao seu telemóvel, e a eliminação não tem volta atrás. Se o pedido não partiu de si, responde a esse email e fica tudo como estava. Até essa data a conta funciona normalmente — e se quiser que avancemos já, basta responder a confirmar.

Depois apagamos o que o identifica: nome, email, telefone, NIF, morada, data de nascimento, credenciais de acesso, cartões guardados para pagamentos futuros e subscrições de notificações. A conta é encerrada e deixa de ser possível iniciar sessão.

O que não podemos apagar são os registos financeiros — as utilizações dos serviços e os carregamentos de saldo. A lei fiscal obriga a conservá-los durante dez anos, e o próprio RGPD prevê essa limitação ao direito ao apagamento. Mas deles fica apenas a data, o valor, a loja e o meio de pagamento: o seu nome é substituído e deixam de o identificar. É a resposta honesta a uma pergunta que aparece sempre — não, não se apaga o histórico de transações de quem pediu fatura; sim, apaga-se tudo o que diga quem você é.

E o saldo volta para si. É devolvido pelo mesmo meio com que o carregou — para o mesmo cartão, para o mesmo número de MB WAY, ou em numerário na loja onde carregou — e recebe um segundo email com o detalhe do que foi devolvido e como. Se ainda tiver crédito de loja, esse dinheiro está na lavandaria aderente e não connosco: encaminhamos o pedido para ela e dizemos-lhe que o fizemos.

23 Agosto 2026 App · Anulações ↩️

Anular uma utilização: confirmação com todos os dados antes de apagar

Acontece: a máquina não arranca, toca-se na porta errada, o ciclo não é o que se queria. Telefona-se para a lavandaria, o proprietário autoriza, e aquela utilização tem de ser desfeita. Até hoje isso resolvia-se caso a caso, à mão. Passa a ser uma operação com nome, regras e rasto — só para as utilizações pagas dentro da aplicação, que são as que ficam ligadas à conta de um cliente e por isso têm a quem ser devolvidas.

E nada é apagado sem uma confirmação de corpo inteiro. Ao pedir a anulação, antes de se mexer em seja o que for, abre-se um resumo com todos os dados daquela transação: a máquina, a loja, o dia e a hora, o valor, o número do cliente, o e-mail e o telefone. Por baixo, em letra clara, quanto vai ser devolvido e para onde. Só depois disso é que o botão de confirmar faz alguma coisa.

Isto não é um pormenor de conforto. Quem anula chega quase sempre à transação pelo e-mail de quem reclamou — e numa lista de dezenas de utilizações do mesmo dia, na mesma máquina, um toque uma linha ao lado apagaria a lavagem de outra pessoa e devolvia-lhe o dinheiro. A confirmação existe para que a linha certa seja reconhecida antes, e não lamentada depois. É uma operação sem volta atrás.

A devolução é fiel à origem: o que foi pago com Saldo SCApp volta ao saldo, o que foi pago com Crédito de Loja volta ao crédito dessa loja. É a única forma honesta de o fazer — o crédito de loja é dinheiro que já entrou naquela caixa. E volta pelo valor cheio: a taxa que a lavandaria paga à plataforma não é descontada ao cliente, e quem tem desconto recebe de volta o que gastou, não o preço de tabela. O movimento fica registado no livro de caixa do cliente, com o valor, o dia e o motivo, e do lado da loja fica guardado quem anulou e quando: a transação sai da lista, mas não desaparece do histórico.

21 Agosto 2026 App · Crédito de Loja 🎟️

O crédito carregado em dinheiro pode agora viajar entre lojas

Há duas carteiras na aplicação, e sempre houve. O Saldo SCApp, carregado por cartão ou MB WAY, vale em qualquer lavandaria da rede. O Crédito de Loja, carregado em dinheiro na caixa, valia só na loja onde as notas entraram — porque é lá que elas ficam.

Esse limite deixa de ser absoluto. Uma lavandaria que explore várias lojas pode passar a aceitar o mesmo crédito em todas elas.

É uma opção, nunca uma obrigação. Há donos que preferem manter a caixa de cada loja separada, e continuam a poder fazê-lo. E há lojas de donos diferentes que se entendem entre si e decidem aceitar o crédito uma da outra. As duas coisas são possíveis; a decisão é sempre de quem explora as lojas.

Você nunca fica na dúvida. Na caixa, antes de concluir o carregamento, aparece a lista das lojas onde aquele dinheiro vai poder ser usado — sabe o alcance antes de carregar, não depois. E na aplicação, tocar no valor do crédito abre a mesma lista, a qualquer momento.

Duas garantias que ficaram escritas nos Termos, agora na versão 1.1: o crédito já carregado mantém-se sempre utilizável na loja onde foi carregado, mesmo que um acordo entre lojas termine; e quando o crédito lhe for dado directamente pela lavandaria — uma oferta, uma compensação —, é ela que tem de lhe explicar onde pode ser gasto.

21 Agosto 2026 App · Pagamentos 👛

Pagar ficou mais simples — e o saldo vale em toda a rede

Quem tem Google Pay ou Apple Pay no telemóvel não fazia ideia de que podia usá-los aqui. Os botões existiam, mas só apareciam depois de o cliente já ter escolhido como queria pagar — ou seja, escolhia às cegas e só descobria a seguir. Agora as duas carteiras estão à vista logo na escolha, ao lado de «pagar com um cartão sem guardar».

E essa opção passou a vir em primeiro lugar para quem não tem nenhum cartão guardado. Com as carteiras a funcionar, é o caminho mais rápido: dois toques e está pago, sem escrever um único número.

Um só endereço para todas as lojas. Até aqui, cada loja tinha de ser registada e verificada separadamente junto do banco para aceitar Apple Pay. Passou a haver um único endereço seguro — pagar.scapp.pt — que serve a rede inteira. Menos peças a manter, e uma lavandaria nova passa a aceitar carteiras desde o primeiro dia.

O saldo vale em toda a rede. Isto já era verdade, mas não estava escrito em lado nenhum, e muita gente assumia que o dinheiro ficava preso à loja onde tinha carregado. Não fica: uma recarga, todas as lavandarias SCApp. Carrega na loja perto de casa, usa na loja perto do trabalho.

Vale para todos os pagamentos digitais. Cartão, MB WAY, Google Pay ou Apple Pay — seja qual for o meio que escolher na aplicação, o saldo fica seu e acompanha-o a qualquer lavandaria da rede.

21 Agosto 2026 Back Office · Terminais 📟

O terminal de cartão deixa de ser uma caixa fechada

Um terminal de cartão avariado não avisa ninguém. Fica ali, com o ecrã aceso, e a primeira pessoa a dar por isso costuma ser um cliente que não consegue pagar — muitas vezes horas depois, e às vezes sem sequer reclamar. Numa loja self-service, isso são horas de porta aberta sem entrar dinheiro.

O back office passou a ter uma página só para os terminais. O proprietário vê os da sua loja; cada linha mostra o estado, a ligação em uso (Wi-Fi ou dados móveis), a bateria, a versão do equipamento e — o número que mais conta — há quanto tempo o aparelho deu sinal.

  • Testar. Um botão que bate mesmo à porta do terminal e responde à única pergunta que interessa: dá para cobrar agora? Não põe valor nenhum no ecrã e não cobra nada — é só a pergunta.
  • Cobrar. Escreve-se um valor e uma descrição, e o terminal acende com esse montante à espera do cartão. O proprietário pode fazê-lo do telemóvel, de onde estiver.
  • Cancelar à distância. Enganou-se no valor, ou o cliente desistiu? Um botão liberta o terminal. E se o cartão já tiver passado, o sistema recusa-se a fingir que cancelou: diz que a cobrança já foi paga.

A cobrança avulsa serve o caso de sempre: o cliente que ficou a dever, o acerto combinado, o serviço que não passa por máquina nenhuma. Fica registada nas transações da loja como qualquer outro pagamento — com a descrição que o proprietário escreveu — e entra no acerto de contas normal.

Ao mesmo tempo, a página antiga de terminais foi substituída. A anterior não distinguia quem lá entrava; agora cada proprietário vê apenas as lojas que são suas, e emparelhar um terminal novo continua reservado à SCApp.

20 Agosto 2026 Back Office · Rede 🔗

Várias lojas, uma só visão: chegam as redes de lavandarias

Até agora, o back office da SCApp falava sempre de uma loja. Quem tinha duas ou três tinha de escolher uma no topo do ecrã, ver os números, trocar, ver outra vez — e somar de cabeça. Não havia sítio nenhum onde a operação aparecesse inteira.

As lojas do mesmo proprietário passam a poder ser agrupadas numa rede. Quem gere mais do que uma loja da mesma rede entra agora numa página nova:

  • O dia somado. O total de hoje de todas as lojas juntas, comparado com o de ontem, e o mês inteiro em euros, lavagens e secagens.
  • Ranking do mês. As lojas ordenadas pelo que facturaram no mês, com uma barra que mostra o peso de cada uma. É a leitura que responde à pergunta que interessa: qual está a puxar e qual está a ficar para trás.
  • Um clique para entrar. Carregar numa loja abre a página de sempre dessa loja, com tudo o que já lá estava. Um botão «Ver a rede» traz de volta aos números globais.

Nada muda para quem tem uma loja só — continua a entrar directamente nela, como sempre. E cada proprietário continua a ver apenas as lojas que são suas: a rede não dá acesso a nada de novo, só arruma o que já existia.

Esta é também a base para o passo seguinte, já em preparação: o crédito carregado numa loja poder ser gasto em qualquer loja da mesma rede. Hoje, o saldo carregado por cartão ou MB WAY na aplicação já funciona em qualquer lavandaria SCApp; o que fica preso à loja é o crédito carregado em dinheiro na caixa, porque esse dinheiro fica na caixa dessa loja. A rede é o que vai permitir soltá-lo, quando o proprietário assim quiser.

18 Agosto 2026 Caixa · Fiabilidade 🕐

A hora passa a vir do servidor — e cada loja tem o seu fuso

O ecrã inicial da caixa mostra a data e a hora. Até agora, quem as fornecia era o próprio equipamento onde a página estava aberta — e um mini-PC com o relógio ou o fuso mal configurados mostrava a hora errada sem ninguém dar por isso. Numa loja com duas caixas, chegaram a divergir uma hora entre si.

A hora passa a vir do servidor. Ao abrir a página, o servidor manda o instante exato e o desvio do fuso da loja; a partir daí a caixa conta sozinha com um cronómetro interno que não depende do relógio do equipamento. Duas caixas da mesma loja passam a mostrar sempre o mesmo, porque ambas contam a partir da mesma origem.

  • Cada loja tem o seu fuso. Deixou de estar escrito no código que tudo é hora de Lisboa. Cada lavandaria tem agora a sua zona horária, escolhida na configuração da loja — Portugal continental ou Açores, Espanha peninsular ou Canárias, Alemanha, França, Itália e por aí fora. O mesmo sistema serve lojas em países diferentes, cada uma na sua hora local.
  • Vale para o back office também. Não é só o ecrã da caixa: as datas e os filtros de período que o proprietário vê no back office passam igualmente pelo fuso da loja. Um dono em Madrid vê os movimentos na hora de Madrid, não na de Lisboa.
  • Acerta-se sozinha. A caixa fica dias seguidos com a mesma página aberta, por isso volta a confirmar a hora ao servidor de dez em dez minutos. Isso corrige o desvio que qualquer cronómetro acumula ao fim de muitas horas e apanha a mudança da hora legal, em que o relógio muda de madrugada com a página já aberta.
  • Mudança de hora sem surpresas. Como o desvio vem do servidor e não é uma conta fixa, a passagem para a hora de inverno e de verão trata-se sozinha em cada país — mesmo quando não cai no mesmo momento em toda a Europa.

Para o proprietário, deixa de ser preciso acertar o relógio de cada equipamento: as caixas ficam certas entre si e com o sistema, e um equipamento novo funciona bem à primeira sem configuração de fuso. E para quem estiver a pensar abrir fora de Portugal, deixa de haver um obstáculo — é escolher o país na configuração da loja.

18 Agosto 2026 Caixa · Temas sazonais ☀️

Tema de Verão: a caixa vai à praia — e nada cai do céu

O calendário de temas tinha um buraco grande: depois dos Santos Populares, em junho, não havia nada até ao Natal. Meio ano de caixa sempre igual, justamente nos meses em que passa mais gente pela loja. O Verão vem tapar isso, e cobre de julho a setembro.

A estética é mediterrânica, não uma praia de um país só: céu a abrir do turquesa para o azul fundo, toldo de esplanada às riscas na barra de topo, e uma faixa de areia com a linha de maré desenhada irregular — cristas de larguras diferentes, umas largas e rasas, outras estreitas e fundas, para não parecer traçada a compasso. Na areia ficam pousados um chapéu de sol às riscas que abana ao vento, um castelo de areia com a bandeirinha a tremular, uma espreguiçadeira de lona e algumas conchas. Ao longe, no horizonte, passa um barco à vela — demora perto de dois minutos a atravessar, para se notar mal.

  • Nada cai do céu. Foi a regra que mudou o tema a meio. A primeira versão tinha bolas de praia e gelados a cair como se fosse neve, e não era verosímil — na praia nada cai. Tudo o que se mexe passou a ser o que o vento faz: uma bola de praia a rolar pela areia aos saltinhos, ora para um lado ora para o outro; um chapéu de palha levado aos trambolhões; rajadas de areia a soprar rentes ao chão. No céu ficaram só nuvens lentas e gaivotas.
  • Fala oito línguas. Em agosto quem usa a lavandaria são turistas, por isso as mensagens do ecrã inicial estão nos oito idiomas que a caixa oferece. Quem chega de França ou da Alemanha lê bonnes vacances ou schönen Urlaub na sua própria língua.
  • Protege o ecrã. Em dias fracos a caixa fica quase o dia inteiro na tela inicial, e uma imagem parada durante horas queima o monitor. Por isso cada adereço deriva devagar com um ritmo próprio, o grão da areia desliza, o céu respira em luminosidade — e, de oito em oito minutos, os adereços trocam mesmo de sítio na praia. Ao fim de meia hora o chapéu de sol já esteve em quatro posições diferentes.

Aplica-se com um clique no back office, como os outros, e cada loja escolhe o seu. Está disponível a partir de hoje.

12 Agosto 2026 Back Office · Faturação 💳

O por faturar dividiu-se por método de pagamento — e abre ao detalhe num clique

A lista do que falta faturar existia, mas era um monte só. Servia para saber quanto faltava — não servia para emitir. Porque na hora de fazer o documento a primeira pergunta é sempre a mesma: como é que este dinheiro entrou?

Um documento tem de declarar o meio de pagamento. E na lavandaria o dinheiro entra por caminhos diferentes, que não se podem misturar na mesma fatura. A lista passou a respeitar isso e divide-se em três:

  • Saldo digital — o que o cliente carregou a cartão ou por MB Way. Entrou na conta, com o comprovativo do adquirente por trás.
  • Numerário — o que foi metido em notas na caixa da loja. É dinheiro físico, e declara-se como tal.
  • Sem contrapartida — o crédito que o proprietário ofereceu. Não entrou dinheiro nenhum, e é precisamente por isso que anda à parte: é o candidato natural a não faturável.

Dentro de cada uma das três, as transações vêm agrupadas por serviço, que é como se emite na prática — 3× lavar máquina 1 numa linha, com o total ao lado, em vez de três linhas iguais a ocupar espaço. Assim uma página que antes tinha centenas de linhas passa a caber num ecrã.

Mas agrupar não pode ser esconder. Por isso cada grupo abre: um clique e vê as transações que o compõem, uma a uma, com a data e a hora de cada uma. É onde se vai confirmar um valor que não bate certo, ou onde se marca uma transação isolada de forma diferente das outras do grupo — a cortesia que ficou no meio de vendas normais.

Para o proprietário, a diferença é entre uma lista que informa e uma lista com que se trabalha: já vem organizada pela pergunta que o contabilista vai fazer primeiro, e o detalhe está sempre lá por baixo, à espera de quem o quiser ver.

4 Agosto 2026 Back Office · Faturação ✍️

Nem tudo dá fatura: o estado «não faturável» chega com explicação obrigatória

Uma lista do que falta faturar só serve se estiver certa. E havia um caso que a sujava: as transações em que não houve dinheiro do cliente. Uma lavagem oferecida, um cupão promocional, um crédito que o proprietário lançou por cortesia — houve serviço prestado, mas não houve venda. Ficavam na lista de pendentes para sempre, e a lista deixava de ser de confiança.

Passam a ter um estado próprio. Cada transação está agora num de três: por faturar, faturada ou não faturável.

  • A explicação é obrigatória — e é esse o ponto. Não se marca nada como não faturável sem escrever o motivo. Não é um campo opcional que se salta: o sistema recusa a operação e responde «escreva o motivo — é o que justifica a ausência de documento». A razão é simples: uma transação sem fatura e sem explicação é um buraco na contabilidade; com a explicação ao lado, é uma decisão documentada. Se um dia alguém perguntar porque é que aquela lavagem de agosto não tem documento, a resposta está lá escrita.
  • Marca-se em grupo ou uma a uma. Uma campanha promocional inteira fecha-se de uma vez, com o motivo aplicado a todas. Mas também se pode marcar uma transação solta — a cortesia isolada no meio de vendas normais, que a agregação não apanharia.
  • Para todas as lojas, com integração ou sem ela. Isto não é só para quem emite as faturas por fora. Uma loja com faturação integrada, mas com a emissão automática configurada para não disparar em todas as transações, também acumula serviço sem documento — e também precisa de saber o que ficou para trás.

Para o proprietário, a lista do que falta faturar passa a ser realmente o que falta faturar, sem ruído: as ofertas saem dela por decisão sua, registada e justificada. É essa lista, limpa, que se leva ao contabilista no fim do mês.

24 Julho 2026 Back Office · Faturação 🧾

Faturação sem integração: a app diz-lhe exatamente o que falta faturar

Até agora, para a caixa emitir fatura era preciso ter uma empresa de faturação ligada ao sistema. Quem não tinha essa integração ficava de fora. Passa a haver uma terceira via: o modo sem integração, para quem prefere — ou precisa — de emitir as faturas por fora, no seu próprio programa de faturação ou no portal das Finanças.

A ideia é simples: a caixa não emite, mas não deixa nada por registar. Tudo o que passa pela loja fica guardado à espera de ser faturado, e o proprietário tem uma página nova, só para isso, que lhe mostra o que falta.

  • Duas listas separadas, porque são dois casos diferentes. De um lado, os pedidos individuais: aqueles em que o cliente pediu fatura e deixou o número de contribuinte. Aparecem em destaque, um a um, com os dados que o cliente indicou e as máquinas que usou — é o que tem de ser faturado em nome de alguém. Do outro, o consumidor final, agrupado por serviço e por máquina no período que escolher: 3× lavar máquina 1 = 15,00 €. É a faturação de rotina, e agrupada dá muito menos trabalho.
  • Em tempo real, e sempre atualizado. A lista não é um relatório que se pede no fim do mês — reflete o que está a acontecer na loja. Marca-se como faturado à medida que se emite, com o número da fatura ao lado se quiser guardá-lo, e o que já foi tratado sai da lista de pendentes.
  • Avisos no ecrã inicial. Esta era a parte que mais me preocupava: uma fatura esquecida é um problema real, e ninguém quer andar a conferir todos os dias se ficou alguma para trás. Por isso, se houver seja o que for por emitir, o proprietário é avisado logo à entrada da aplicação. Não é preciso ir procurar — o sistema é que vem ter consigo.
  • Escolhe-se loja a loja. Cada lavandaria tem a sua configuração. Quem tem integração continua exatamente como estava, com a fatura a sair automaticamente; quem não tem passa a ter esta alternativa, sem ficar sem solução.

Para o proprietário, deixa de haver aquele receio de estar a perder faturas sem dar por isso: o que há para faturar está numa lista só, com aviso à entrada, e o trabalho de agrupamento já vem feito. Para o cliente final nada muda — pede a fatura na caixa com o seu contribuinte como sempre fez, e recebe-a normalmente.

15 Junho 2026 Caixa · Experiência 👆

Ecrã inicial da caixa ganha vida: um convite ao toque

Quando ninguém está a usar, a caixa de pagamento mostra o seu ecrã inicial: a logo da lavandaria e a frase “toque aqui para começar”. Até agora era uma imagem parada. Agora, esse ecrã ganhou vida — e ensina, sozinho, o que fazer.

  • Convite ao toque — a frase deixou de estar sozinha: alterna com um dedo animado. Ora aparece a frase, ora o dedo, num ciclo suave que chama a atenção de quem passa.
  • Movimento que simula o toque — dei à logo e à frase/dedo um movimento próprio que imita um toque: os elementos afundam ligeiramente, com a mesma sensação de quando se carrega em algo. Não é preciso ninguém tocar primeiro — é a própria animação que faz o gesto, mostrando visualmente à pessoa que deve tocar no ecrã para começar.

Para o cliente, fica imediatamente claro o que fazer, mesmo para quem nunca usou a caixa — o ecrã deixa de parecer parado e passa a demonstrar o gesto. Para o proprietário, é uma primeira impressão mais cuidada e menos hesitação logo à entrada da loja — e, como o ecrã nunca fica com uma imagem fixa, ajuda ainda a evitar o burn-in e a prolongar a vida do monitor.

8 Junho 2026 Back Office · Fidelização 🏷️

Desconto personalizado por cliente: fidelize quem volta sempre

Nem todos os clientes são iguais — e agora pode tratá-los como tal. A SCApp ganhou uma ferramenta de desconto personalizado por cliente, para recompensar quem é fiel, negociar com clientes de volume, ou simplesmente cuidar de quem merece.

No back office, na ficha de cada cliente, há uma nova aba Desconto. Basta ativá-la e escolher:

  • Percentagem — por exemplo, 10 % em todas as lavagens.
  • Valor fixo — por exemplo, menos 0,50 € por máquina.

Desativar volta tudo ao normal, sem apagar nada. O desconto é por lavandaria: o mesmo cliente pode ter condições diferentes em lojas diferentes.

Na hora de pagar, o cliente passa a ver a conta detalhada — máquina 5,00 €, desconto −0,50 €, total a pagar 4,50 € — sem surpresas nem letras pequenas.

E há um detalhe importante: a máquina recebe sempre o crédito cheio e faz o ciclo completo, tal como acontece com um cupão. O desconto é oferta do proprietário — sai do bolso da casa, nunca do tempo de lavagem ou secagem.

Para o cliente, é a sensação de ser reconhecido. Para o proprietário, é uma alavanca simples de fidelização e negociação, totalmente sob o seu controlo.

25 Maio 2026 App · Cliente final ★

Scores agora ligam-se à conta — e chegaram dois novos jogos

Os jogos da SCApp agora trabalham em conjunto. Até aqui, cada jogo tinha o seu score isolado — jogar dois jogos diferentes era como ter duas pontuações sem ligação entre si. A partir de agora, todos os scores são persistentes na conta e somam-se: o resultado de cada partida, em qualquer jogo, vai diretamente para o teu total.

Esse total único é o que conta na hora de converter score em pontos da lavandaria, que depois usas em descontos ou recargas. Quanto mais jogos jogares, mais rápido cresce — e podes alternar livremente entre eles sem perder progresso.

E para celebrar, esta semana entraram dois novos jogos na app:

  • Paciência — o clássico solitário de cartas, ideal para os 30 minutos de uma máquina a lavar.
  • Blackjack — joga contra o dealer, sem dinheiro real, só pelo score que vai para a tua conta.

Encontras tudo em App → Jogos. Bom jogo!

24 Maio 2026 App · Cliente final 🔔

Notificações no telemóvel: a app avisa quando a máquina termina

Não há nada pior do que esquecer a roupa numa máquina cheia. A partir de agora, depois do primeiro pagamento, a app pergunta ao cliente se quer receber alertas no telemóvel. Se aceitar, passa a receber duas notificações:

  • Cerca de 2 minutos antes do fim — “A sua secadora termina em 2 min”, para o cliente ir preparando-se.
  • Quando termina — “A sua roupa está pronta. Pode ir buscar.”

As notificações chegam mesmo com a app fechada e, em telemóveis com a app instalada como ícone no ecrã inicial (PWA), aparecem na barra de notificações tal como qualquer outra aplicação. O cliente pode gerir os dispositivos onde recebe avisos directamente em Perfil → Notificações → Dispositivos com alertas e desactivar quando quiser.

Para o cliente, é menos tempo perdido a verificar a app e mais tranquilidade. Para o proprietário, é menos roupa esquecida nas máquinas a meio da manhã e clientes mais satisfeitos.

22 Maio 2026 App · Cliente final 🎮

Sessão de jogos na app: Sudoku, 2048 e Block Blast, com pontos que viram saldo

A app SCApp ganha uma sessão de jogos pensada para o tempo de espera. Três jogos disponíveis logo no arranque:

  • Sudoku — clássico 9×9 com três níveis (Fácil, Médio, Difícil). Teclado numérico próprio para evitar o teclado do telemóvel a tapar o tabuleiro.
  • 2048 — junte os tiles até chegar a 2048. Swipe nativo no telemóvel, setas do teclado no portátil.
  • Block Blast — encaixe peças no tabuleiro 8×8; quando uma linha ou coluna fica completa, explode e dá pontos extra.

Cada partida concluída dá pontos consoante o jogo. Esses pontos podem depois ser trocados por saldo SCApp real (10 pontos = 0,01 €), utilizável em qualquer lavandaria SCApp. Há ainda um espaço onde o cliente pode sugerir novos jogos que gostaria de ver na app.

Para o cliente, é uma forma simples de passar o tempo na lavandaria e ainda ganhar uns cêntimos de volta. Para o proprietário, é uma razão a mais para o cliente abrir a app SCApp em vez de scrollar redes sociais — e voltar.

21 Maio 2026 App · Cliente final ✦

Nova cara da app: visual repensado, avatares e logo da lavandaria em destaque

As páginas principais da app (entrada, registo, home, perfil, pagamento, recarga, lavar e secar) ganharam um visual editorial novo: cards translúcidos com efeito de vidro fosco, fundos com cores da sua loja em gradiente suave, tipografia mais arejada e micro-animações na entrada de cada secção. O saldo ficou em destaque e os caminhos para Lavar, Secar e Café ficam imediatamente acessíveis no centro da home.

Avatar personalizado — cada cliente pode escolher um avatar entre 122 opções organizadas por categoria (Emoções, Animais, Natureza, Transporte, Desporto, Símbolos, Fantasia, Bandeiras), ou continuar com a inicial do nome. A escolha fica gravada na conta e acompanha o utilizador em qualquer lavandaria SCApp onde tenha sessão.

Logo da lavandaria em destaque — a logo da loja passa a aparecer junto ao nome no topo da home, ao lado de "Lavandaria · nome · local". É um detalhe pequeno, mas que reforça a identidade da sua marca em cada vez que o cliente abre a app.

Para o cliente, a app ganhou personalidade e ficou mais agradável de usar no dia-a-dia. Para o proprietário, é mais um sinal claro de marca em cada interacção, sem perder nenhuma das funcionalidades existentes — toda a lógica de pagamento, recarga, cupões e ledger continua intacta.

17 Maio 2026 Back Office · Auditoria ★

Histórico de ativações manuais

Toda a ativação manual feita a partir do back office passou a ser registada num histórico próprio, visível ao proprietário. O registo inclui o utilizador que ativou, a data e hora exacta, a máquina envolvida e — quando aplicável — o motivo da ativação.

O objetivo é simples: o proprietário tem agora um histórico auditável de cada ativação grátis. Funcionários com acesso ao back office continuam a poder ajudar clientes em situações legítimas (uma máquina que falhou, um teste após manutenção), mas deixam de ter forma de o fazer de forma invisível.

Para quem gere uma operação self-service, isto fecha uma porta que antes só se podia fechar por confiança. Confiança continua a ser bem-vinda — mas com prova.

15 Maio 2026 App · Cliente final ◆

Livro de caixa para utilizadores da app

Cada utilizador da aplicação passa agora a ter um livro-razão completo dos movimentos de saldo da sua conta SCApp. Sempre que entra dinheiro (recarga em dinheiro na caixa, recarga por cartão, bónus de fidelização, cupão), ou sai (pagamento numa máquina, reembolso, ajuste), o movimento fica gravado com a data, o valor, a origem e o saldo final.

Tecnicamente, a operação foi blindada: o registo no livro acontece dentro da mesma transação de base de dados que altera o saldo, com bloqueio de linha — não há forma de o saldo divergir do histórico de movimentos. Cada operação tem um identificador único que permite auditar, reconciliar e — se necessário — reverter em segurança.

Para o cliente, isto significa transparência total: ele vê o porquê de cada cêntimo. Para o proprietário, é mais uma camada de robustez na gestão financeira da loja.